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domingo, 8 de maio de 2016

Pedal nas Praias

  Me considero abençoado por nascer em meio a natureza, um paraíso que pouca gente conhece; esse é o Vale do Ribeira pedalar aqui é mais um turismo do que um esporte, e eu como me considero um cicloturista estou no lugar certo.
  Já fazia tempo que estava pensando em fazer um pedal pelas praias, passando por Cananéia, Ilha Comprida e Iguape. Então aproveitei as férias para colocar em prática esse desejo e o que foi determinante é que acabara de chegar uma frente fria e seca, sem chuva o pedal seria muito mais proveitoso e curtiria mais as lindas paisagens por onde iria passar.
  Dois dias antes comecei a cuidar da bike montando o bagageiro, alforge e o apoio de braço no guidão.
  No dia anterior ao pedal já preparei toda parafernália sempre preocupado em não esquecer nada, mas ao mesmo tempo não podia levar muita coisa, pois ficaria muito peso para a bike. A intenção era pedalar por três dias e duas noites e sempre preocupado com o frio, pois a frente fria que havia chegado era muito intensa e eu estaria sozinho.
  A noite estava muito ansioso com medo de ter insônia e ter que pedalar sem dormir, mas tentei relaxar e consegui dormir antes das três da madruga.
  Chegou o dia, acordei ás 08:00hs determinado e procurei tomar um café reforçado e bem calórico com pão francês e banana entre outras guloseimas, tomei uma capsula de cafeina coloquei minha roupa de pedalar com um agasalho para me manter aquecido, pois era uma manhã fria.
  As primeiras pedaladas foram dentro da área urbana até alcançar a rodovia Régis Bittencourt (BR116), então saindo de Registro rumo a primeira parada em Pariquera-açu, parei próximo ao trevo de acesso a rodovia Abílio Previdi SP226 para tirar umas fotos e comer um doce, então segui o pedal até o portal de Pariquera pra tirar mais algumas fotos e segui até a policia militar que fica no caminho e lá fui tomar um café com meus camaradas.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

A hora certa para trocar a corrente da Bike.



Há muito se discute esse assunto em lojas, oficinas ou nos bate-papos nas trilhas e estradas e eu gostaria de compartilhar algumas informações sobre a hora certa para trocar a corrente.
Conheço uma “lenda ciclística” que consiste na troca da corrente

sábado, 30 de janeiro de 2016

Acessório para bicicletas produz meio litro de água a cada hora de pedalada

Em qualquer atividade a água é fator essencial, mas é ruim de transportá-la, pois ocupa muito espaço e seu peso é outro empecilho.



 Imagine se pudéssemos ter uma fonte de água pura sempre a disposição sem ter que se preocupar, porque quando pedalamos percorremos distâncias grandes e em várias horas, teríamos que

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Como escolher sua Bike


Escolhendo o modelo de sua bicicleta
Estilo de pedalada: Ao escolher uma bicicleta devemos nos fazer três perguntas. 1° Objetivo de sua pedalada? 2° Que terreno deseja pedalar? e 3° Com qual freqüência?
Ambiente correto: Bicicleta ideal para o seu ambiente é importante para que tenha melhor rendimento e segurança. Sua bike pode ser preparada para asfalto ou terra ou mista.

Entenda melhor seus modelos:

hibridaLazer
Está bicicleta geralmente indicada para passeio, tem sua posição de pilotagem confortável e indicada para uso casual urbano. Prós: baixo custo. Contras: fragilidade nas peças, já que foi desenvolvida apenas para diversão.

montainMontain
Projetada e indicada para suportar terreno hostil e peso em pequenas quedas (trilhas), muito usada em longos trajetos por ciclistas profissionais e amadores. Prós: sua grande versatilidade em qualquer ambiente. Contras: são seus pneus cravos dificultam alcançar alta velocidade no                                           asfalto.
bike-speedSpeed:
As preferidas dos velocistas onde podem ser alcançados em média seus 110 km/h em decidas e seus 85 Km/h e retas. Indicadas para uso esportivo e para ciclistas com habilidade. Prós: leveza e velocidade adquirida. Contras: alto custo e fragilidade em asfalto ruim, não sendo                                           viável pedalar em terra.
bmxBMX ou Street:
Muito usada por crianças por ser baixa, mas também por praticantes de Freestyle urbano (fazer manobras para transpor obstáculos com agilidade e rapidez). Prós: boa opção para primeira bicicleta de uma criança e agilidade para manobras. Contras: Não indicada para longas

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Designer cria mochila com luzes de LED sinalizadoras para salvar vida dos ciclistas.

Há mais ciclistas do que nunca nas cidades hoje, um fato que não é perdido em urbanistas e administradores. Streetscapes estão mudando nesse sentido, como eles são alterados para acomodar ciclovias. O resultado é um ambiente urbano saudável, com uma rede de transporte robusta.

Mas as tensões inevitavelmente surgem quando essas bestas de transporte diferentes, como carros e motos viajar lado a lado em tal proximidade intensa. Drivers nem sempre respeitam a linha de demarcação que separa os dois veículos. Ciclovias não são tratados com a deferência concedida throughways carro, por isso os ciclistas são frequentemente forçadas a arremessar para a estrada principal (ou em calçadas) para evitar a colisão. Depois, há o fato de que as pessoas, seja em carros ou em motos, pode se comportar de forma imprudente ao ponto de ferir, ou pelo menos antagonizar, aqueles com quem partilham a estrada.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Primeiros Socorros no pedal - Noções básicas

Quem pedala está sujeito a acidentes, sejam eles simples tombos por esquecer de desclipar ou até mesmo atropelamentos mais graves. Existe uma série de cuidados que podem ser tomados, caso seja você mesmo o acidentado (se estiver consciente) ou se estiverem em grupo, e algum membro sofrer o acidente. Segundo o artigo 135 do Código Penal Brasileiro, somos obrigados à prestar socorro às vítimas de acidentes ou males súbitos, sob pena de processo por omissão de socorro. A pena por omissão de socorro pode chegar a até 1 ano de detenção, podendo ser agravada se chegar à lesão corporal e até a triplicar, caso haja morte decorrente. Por prestar socorro entende-se sinalizar o local do acidente, e chamar ajuda especializada, porém existem casos onde torne-se necessário uma intervenção maior de quem está socorrendo, até a chegada da ajuda especializada. 
No caso de nós ciclistas, o uso de equipamentos de proteção (capacetes, luvas, óculos) já é de grande ajuda, evitando lesões mais graves na maior parte dos acidentes. Porém, mesmo com as devidas proteções, as vezes, acabamos por nos lesionar.




quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Casal cria projeto que une cicloturismo e sustentabilidade.

Percorrer toda a América Latina de bicicleta e ainda visitar ONGs e instituições de apoio infantil para falar sobre sustentabilidade e proteção ambiental para crianças. Essa é a proposta Projeto Energizando, criado pela argentina Florencia Bazzetti, 25, e o brasileiro Rodrigo Mattos, 28.




Ao todo o casal deve percorrer cerca de 35.000 km. A ideia é ir até México pela costa Atlântica. A volta será feita pelo Pacífico até a Terra do Fogo (extremo sul da Argentina, conhecido como o "fim do mundo").
O casal uma bicicleta dupla para encarar a aventura. O modelo foi projetado

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O pneu da bike furou, e agora?

      Furar o pneu é coisa que não acontece com frequência mas se acontecer você não pode ficar na mão.
      Então quando for pedalar leve um kit para remendar o furo ferramentas para trocar o pneu ou uma câmara de reserva.
      Eu comprei uma bolsa de selim que já vem com um kit, veja abaixo:

domingo, 23 de agosto de 2015

LUVA BIKE COBALT DA POKER.

A Poker desenvolveu uma linha especial com tecnologias inovadoras e produtos de ótima qualidade para você praticar seus esportes preferidos.

Luva de Ciclista Bike Cobalt Poker Gel, tem a cinta de velcro na altura do punho que oferece ajuste rápido. O tecido com elastano possibilita adaptação aos diferentes formatos de mão. Tiras reforçadas facilitam a retirada da luva. O gel colocado em pontos estratégicos amortece impactos durante e prática da atividade esportiva. Na palma é aplicado silicone antiderrapante.



Palma sintética com ante derrapante de alta resistência, aumentando a durabilidade e favorecendo a mobilidade dos movimentos.




Gel em pontos estratégicos para amortecer o impacto e aumentar o conforto.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Roupas para ciclista na Passarela.com


Andar de bicicleta tem sido uma prática cada vez mais estimulada nas grandes cidades. Além de um passeio prazeroso, ela serve como uma meio de transporte para quem precisa enfrentar o trânsito. Mas é preciso estar atento à roupa correta na hora de pedalar: afinal, estar vestido de maneira inapropriada prejudica o rendimento e podem causar danos a saúde.


Algumas pessoas acabam deixando de lado essa preocupação e usam a mesma roupa para todo o tipo de esporte, mais especificamente com a bicicleta, a vestimenta adequada é fundamental. A roupa para essa prática esportiva deve oferecer proteção, conforto e durabilidade.


Atualmente existe muita tecnologia aplicada numa roupa de ciclismo, aliás, sempre houve, porém o desenvolvimento de novos produtos para atletas cada vez mais exigentes e voltados para a performance fez com que esses produtos chegassem também a loja da Passarela.com para consumidores de todos os tipos. Então você tem a sua disposição, produtos de qualidade da marca Poker que desenvolveu uma linha especial com tecnologias inovadoras e produtos de ótima qualidade para você pedalar.

Confira!



A roupa de ciclismo te ajuda também a trocar menos calor com o exterior nos dias frios, te mantendo mais aquecido, e controla a

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Registro sediará 1ª Copa Vale do Ribeira de Ciclismo

Com o objetivo de promover a modalidade e a prática esportiva, será realizada em Registro a 1ª Copa Vale do Ribeira de Ciclismo. A competição acontecerá no dia 7 de junho, com concentração às 13 horas na Avenida Wild José de Souza – Centro.



Organizada pela ER Assessoria Esportiva com apoio da Prefeitura de Registro por meio da

domingo, 1 de março de 2015

Bike: Pedal urbano.

O pedal iniciou às 18:10h, o tempo colaborou, dia fresco com temperatura por volta dos 23° graus em ritmo moderado em área urbana da cidade, 100% asfalto. 



domingo, 5 de outubro de 2014

Pedalada no Ribeirão.

Olá Galera
Aproveitei a pausa nas corridas para voltar a pedalar! Fiz um pedal nesse primeiro sábado do mês e véspera de eleição, em área rural. Já fazia algum tempo que não pedalava e foi muito prazeroso voltar a subir na bike, pedalar e aproveitar a tranquilidade que a natureza me proporciona.
O roteiro escolhido foi Ribeirão de Registro, com temperatura amena 19°C  pedalei 20.39 KM em 01:19h com pausa para tirar algumas fotos.


























domingo, 21 de setembro de 2014

Saiba mais sobre carboidratos em gel

O uso de carboidratos em forma de gel retarda a fadiga e melhora a performance em atletas nas corridas sendo recomendado em atividades com duração acima 1 hora. Sabe-se que em corridas é necessário repor os carboidratos para a manutenção de glicose e evitar gastos excessivos dos estoques de glicogênio muscular.


Os produtos destinados à fornecer carboidratos devem conter um mix de glicose, sacarose e frutose, já que o uso único de frutose pode ocasionar desconforto intestinal.

Outro cuidado importante é que o consumo do gel deve ser administrado juntamente com água, dessa maneira auxilia na hidratação, facilita o consumo pois a consistência dificulta a deglutição e ainda retira o sabor consistente do produto.

A quantidade de sachês deve ser orientada por profissionais da área, pois vai depender do sexo, idade, peso, etc. De maneira geral é comum utilizar um sachê antes da largada para provas até 1 hora. Para atividades acima de 60 minutos recomenda-se consumir mais um sachê e para maratonas é frequente o uso de 3 ou mais unidades.

É importante observar os rótulos desses produtos para verificar a quantidade e o tipo de carboidratos, sabendo que normalmente cada sachê possui em média 100 kcal e por isso não devem ser ingeridos exageradamente, principalmente em todos os treinos mais curtos e por aqueles com objetivo de diminuição de peso corporal.

Existem diversas marcas e sabores e por isso pode-se variar os produtos mas nunca deixe para experimentar um gel novo numa prova importante. Todos os suplementos nutricionais, roupas e tênis devem ser usados nos treinos para não haver nenhuma surpresa desagradável no dia da prova.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Confira 5 dicas do que fazer para pedalar sozinho com mais segurança.

Pedalar sozinho é uma realidade para muitos ciclistas. Seja pela falta de companhia ou por não conseguir combinar dias e horários que todos possam, Há também ciclistas que adoram passar um tempo – ou boas horas – sozinhos com suas bicicletas.
Pensando nisso, resolvi fazer esse post com 5 dicas para pedalar sozinho. 


1 – Avise às pessoas sobre sua pedalada.

Quem pedala sozinho sabe que essa é a grande preocupação dos parentes e amigos. Às vezes estamos lá curtindo um pedal maravilhoso e nossos entes queridos preocupados (muitas vezes em excesso). Mesmo que você já seja experiente nos pedais, deixe sempre avisado com alguém sobre o horário da sua pedalada e seu destino. Se você gosta de decidir na hora e não souber pra onde vai, pelo menos avise que está saindo para pedalar. Leve sempre um telefone celular, para dar notícias ou poder ser contactado nos locais onde tiver sinal disponível da sua operadora. São atitudes simples que deixam todos mais tranquilos.
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2 – Leve dinheiro e documentos de identificação.


É uma dica básica, mas muitos não fazem. Mesmo que não pretenda gastar nada, leve dinheiro extra. Eu calculo uma quantidade para caso seja necessário voltar de ônibus ou táxi. Às vezes levo também pensando em um lanche ou refeição extra pelo caminho. Documentos de identificação também são fundamentais, no caso de eventual e indesejado acidente, ou outra necessidade menos urgente.
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3 – Escolha bem o seu trajeto


Quando se pedala sozinho, devemos prestar mais atenção a algumas coisas, como por exemplo a segurança do trajeto. Evite locais perigosos seja pelo trânsito ou por questões de (falta de) segurança. O ciclista sozinho está mais vulnerável. O que não é motivo de forma alguma pra você deixar de pedalar! Caso pedale por estradas ou trilhas, seja prudente e evite manobras que possam colocar a sua segurança em risco. Fique atento ao trajeto!
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4 - Equipe-se de acordo com seu destino



Quando se pedala em grupo existem uma série de equipamentos ou ferramentas que podem ser levados apenas por uma das pessoas. Quando se pedala sozinho, você deve pensar em tudo. Imagine que você está em uma estrada a 20 quilômetros de sua casa e ocorre um simples furo no pneu. Isso pode ser um pequeno imprevisto ou algo que vai te dar muita dor de cabeça, dependendo da sua preparação para o pedal. Pense sempre por onde vai pedalar e se a região terá serviços disponíveis. Se você for pedalar pela cidade, pode levar menos equipamentos. Se for para uma trilha ou estrada, onde não haverá oficinas, serviços de borracharia  etc. por longos quilômetros, você deverá levar tudo o que for precisar para evitar imprevistos. Muitos acham chato levar muitas coisas para a pedalada, mas quando está sozinho é necessário. Tomara que você não precise usar nenhum equipamento pra emergências. Mas se precisar, eles estarão lá.
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5 – Atenção para alimentação e hidratação



Essa dica é derivada da dica número 4, mas merece atenção especial. Muitas pessoas saem para pedalar sozinhas e se descuidam da alimentação e da hidratação, achando que vai ter água e comida fácil pelo caminho. Às vezes até dentro da cidade, quando é feriado e o comércio está fechado. Mais ainda quando se está numa trilha ou estrada. Já passei a experiência de calcular mal a quantidade de alimento e sentir fome no meio da estrada. Meu desempenho no pedal caiu muito, e depois de alguns km quando encontrei uma lanchonete de beira de estrada transformei um pão de queijo e um refrigerante no maior banquete da minha vida.
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Apesar de muitos cuidados e das dicas basicamente estarem relacionadas à segurança, quem curte pedalar sozinho sabe como é algo fantástico. Basta tomar alguns cuidados e seguir as dicas e aproveitar o melhor que um passeio de bike pode proporcionar.
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Espero que tenha gostado das dicas. Se você tem mais alguma dica que eu não coloquei aqui, compartilhe com a gente comentando nesse post. Se achou o conteúdo interessante, compartilhe com os amigos nas redes sociais!

sábado, 28 de junho de 2014

Pedal de sábado!




Salve, salve!

Após uma pequena pausa sem fazer um pedal, enfim consegui fazer um esforço ir nesse pedal de hoje a convite do meu parceiro Clepa. Fomos eu, Clepa, Paulo, Fernando e o Ricardo, pedalar pelas áreas rurais da nossa região do Vale do Ribeira, por estrada de terra e com bela vista da natureza.






Parada para descansar e se hidratar.








Nossa "Selfie" :)

Passeio feito em ritmo tranquilo, com algumas subidas e descidas, indicado para quem costuma pedalar com frequência. No bairro Lençol eu e o Ricardo desviamos do percurso traçado para vir na frente porque o Ricardo ainda iria trabalhar e eu estava moído pois trabalhei a noite e estava sem dormir. No meu velocímetro marcou 71.92 KM cheguei em casa as 11:55h é sempre um prazer pedalar pelas áreas rurais da região e com boas companhias fica ainda melhor, valeu pessoal até a próxima!



Trajeto - ( Créditos da foto: Paulo) peguei do face dele rs



Então, vamos aos dados:
Pedal rural – Giro por Agrochá, Taquaruçu, Vila Maciel, Votupoca, Lençol, Morungaba, Cheia grande, Capinzal e Indaiatuba.
Sábado, 28 de Junho
Ponto de encontro: Posto Ongarato

Horário de encontro 06:40h                                                                                  
Total do percurso: No meu velocímetro deu 71.92 KM 
Duração: aproximadamente 5 horas

Abaixo fiz um vídeo do pessoal na primeira descida, saindo da estrada do Votupoca indo para o bairro Lençol. 



domingo, 22 de junho de 2014

Confira sete dicas para vencer as subidas mais difíceis com a bike.

Medo de subida? Seus problemas acabaram! :)
Veja abaixo algumas dicas para enfrentar esse desafio.

Acha que sua cidade tem muitas subidas?
Dá uma olhada nessa aqui, no distrito de Nob Hill,
em São Francisco, Califórnia (EUA). 

1Respiração

Nas subidas longas, o melhor é respirar fuuuuuuundo… Inspirar bastante e devagar, até encher bem os pulmões, para depois soltar o ar como se estivesse soprando a chama de uma vela.
Inspirando pelo nariz, o ar entra mais devagar, é filtrado, aquecido e você não fica com a boca seca. Você pode soltar o ar também pelo nariz, mas isso pode dar sensação de falta de ar, devido à demora para voltar a inspirar.
Depois de inspirar fundo e encher bem o peito, costumo prender um pouco o ar lá dentro antes de soltar, aproveitando bem o oxigênio dele na troca gasosa que está ocorrendo nos pulmões. Ao expirar, esvazie bem os pulmões, colocando para fora todo o ar que você havia inspirado, para eliminar totalmente o ar viciado e poder encher os pulmões com ar renovado.
Se você inspirar e expirar rapidamente, sem encher plenamente os pulmões, seu coração vai bater mais rápido. Imagino que seja porque o sangue fica menos oxigenado e o coração tem que bombear mais rápido para garantir o suprimento de oxigênio para as células. Ou talvez por alguma reação psicológica, não sou especialista no assunto, mas posso dizer que funciona: respirando fundo, a gente se cansa menos.
Claro que chega uma hora que você não aguenta mais respirar devagar e precisa respirar mais rápido. Tudo bem, só não precisa respirar como se o ar do planeta estivesse acabando. Respire com calma.
Conforme você vai treinando (tanto a atividade física como a respiração), sua capacidade respiratória vai aumentando e você ficará menos ofegante nas subidas.

2Ritmo da pedalada

Já vi citações de que manter a cadência em 90 RPM permite uma melhor utilização do oxigênio, tanto nas retas como nas subidas. A experiência prática me faz crer que isso realmente funciona. Se for possível manter essa cadência (equivalente a uma volta e meia do pedal por segundo), a respiração será melhor aproveitada.
O motivo para esse meio-termo na cadência é que se você girar muito rápido, ficará ofegante; se girar devagar, fará mais esforço e sentirá rapidamente o cansaço muscular.

3Postura

A postura também influencia seu desempenho nas subidas. Pedalar em pé cansa mais, embora alguns ciclistas mais preparados prefiram fazer isso porque permite subir mais depressa (e melhora a musculatura abdominal).
Se você quiser tentar, o ideal é usar seu peso para impulsionar o pedal para baixo, para “economizar perna”. Com a prática, você pode pender a bicicleta para o lado contrário ao qual está fazendo pressão com pé, usando também os braços nesse esforço (melhora o rendimento, melhora a musculatura superior, cansa menos).
Um problema de pedalar em pé é que as suspensões, tanto a dianteira como a traseira (caso você as tenha), roubarão mais força da pedalada, afundando cada vez que você desce o pé. Outro ponto ruim é que o centro de gravidade fica mais à frente: se o chão estiver escorregadio ou com pedras soltas, a roda de trás vai patinar.
Alguns dos que pedalam sentados usam uma técnica de “remar” com o guidão, puxando ele para trás conforme se aplica força adiante nos pedais. Se a subida estiver realmente puxada, isso ajuda, mas é preciso ter força nos braços porque cansa bastante. Essa técnica também ajuda a evitar que a suspensão dianteira roube energia da pedalada.

Altura do selim

O selim deve estar na altura correta, porque um banco muito baixo força demais o joelho e pode causar dores. Para colocar o selim na altura correta, faça o seguinte: sentado no selim, com o pedal na parte mais baixa da curvatura da pedalada, coloque o pé em cima dele na posição em que você costuma pedalar (para quem tem pedal de encaixe, mantenha o pé “clipado”); a perna deve ficar quase totalmente esticada, mas não totalmente.
Um outro método utilizado por alguns é apoiar o calcanhar no pedal e deixar a perna totalmente esticada. Dessa forma, quando você apoiar o pé da forma em que ele é utilizado na prática, a perna estaria com a angulação correta.
O ajuste fino da altura do selim varia de pessoa para pessoa, use o que for mais confortável para você. Mas saiba que quanto mais dobrada a perna estiver, maior o esforço na patela (joelho); por outro lado, se a perna estiver muito esticada você ficará “rebolando” no selim enquanto pedala, o que pode causar assaduras como resultado do atrito constante. A perna muito esticada também pode causar dores na parte posterior do joelho.
Uma marcha muito pesada pedalando em pé também pode forçar demais o joelho, é melhor subir girando um pouco mais rápido mas fazendo menos força.

5Zigue-zague

Se a subida for muito íngreme e a largura da via e o tipo de terreno permitirem, você pode optar por subir em zigue-zague. Vai demorar mais para terminar a subida, porque a distância a percorrer vai aumentar, mas a inclinação relativa diminui, o que em subidas muito fortes pode ser vantajoso.
Só não é recomendável fazer isso em um trecho urbano, porque um carro pode aparecer de repente despencando na descida e te deixar sem tempo para sair do caminho dele. Para não correr riscos ao pedalar nas ruas, sua trajetória deve ser previsível para os motoristas, que não devem ser pegos de surpresa.

6Transpiração

Pedalar rápido ou com esforço numa subida significa transpirar, mesmo no frio. Se você estiver usando roupas casuais ou não quiser chegar transpirando, coloque na menor marcha e suba pedalando leve. Ou então desmonte e empurre: você não será “menos ciclista” se fizer isso!
Para não transpirar muito ao pedalar e poder usar a mesma roupa que você pretende usar ao chegar ao seu destino, pedale devagar e faça paradas pelo caminho. Quando sentir que está transpirando mais do que gostaria, pare em uma sombra (de preferência onde um vento te refresque), tire o capacete e tome um pouco daquela água gelada que você sempre leva (né?). Respire, descanse alguns minutos e continue a pedalada.

7Mude o caminho

Geralmente há alguma alternativa àquela subida intransponível. Ainda que signifique aumentar o percurso em algumas quadras, isso pode tornar seu trajeto menos cansativo. Experimente mudanças na sua rota, procure no mapa por alternativas.
Busque caminhos onde a subida não seja contínua, mas escalonada. Se precisa ir a uma área mais alta da cidade, você pode tentar subir aos poucos, alternando com deslocamentos na transversal em ruas perpendiculares. Suba uma quadra, siga outra quadra na transversal plana; suba outra quadra, mais um trecho plano. Se as ruas da região permitirem, essa técnica pode ajudar bastante.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Shimano lança o primeiro grupo eletrônico de componentes na história do MTB: o XTR Di2



A Shimano, empresa japonesa líder mundial nos mercados de bike e pesca, tem o prazer de anunciar o lançamento do primeiro grupo eletrônico de componentes da história para a prática do Mountain Bike: o XTR Di2 (M9050). Fruto de um extenso programa de testes, o equipamento chega para satisfazer as necessidades dos muitos mountain bikers mundo a fora, em relação ao desempenho.
O XTR Di2 (eletrônico) vem complementar o XTR 9000, versão mecânica, recentemente lançado. A plataforma Di2 oferece vantagens, comparada à versão mecânica, incluindo-se trocas de marchas mais rápidas, precisas e potentes, e que permanecem consistentes em todas as condições de pilotagem.
As trocas de marcha do XTR Di2 exigem mínimo esforço: ocorrem com o simples pressionar de um botão. O XTR Di2 também apresenta novo layout de programação de trocas de marcha chamado de Mudanças Sincronizadas e proporciona um visual mais clean à bicicleta de MTB, além de baixa manutenção graças a utilização da fiação elétrica, substituindo os tradicionais cabos de aço e conduítes.
A mudança eletrônica de marchas não é controlada pelo tradicional trocador mecânico. Ela é feita por meio de um botão eletrônico. Trabalhando em parceria com pilotos de testes e atletas profissionais, os engenheiros da Shimano projetaram e testaram muitos tipos de acionamento antes de chegarem à solução ideal. O resultado é o Firebolt: um trocador de marchas eletrônico que oferece sensação natural, além de ótima resposta em relação à ergonomia. O Firebolt do XTR é de fácil acionamento com botões de mudança compactos, que proporcionam um curso de ação curto e de resposta tátil.






Operação Intuitiva

Uma das principais vantagens do sistema de transmissão eletrônica é sua capacidade de programação. Com o XTR Di2 é possível obter a melhor configuração de trocas de marcha para cada estilo individual de pilotagem. O XTR Di2 utiliza a mesma plataforma E-Tube dos atuais grupos de estrada Di2. A plataforma E-Tube permite programação total do sistema transmitindo sinais interativos e carga para cada componente individual do grupo por meio de conexões ‘plug’n play’.
O E-tube torna possível customizar seu sistema de trocas de marcha mudando a função dos botões de troca. Por exemplo: é possível mudar o controle do câmbio dianteiro para o botão de troca direito, ou alterar o controle do câmbio traseiro para o botão esquerdo. Mudanças múltiplas também são possíveis e podem ser totalmente programáveis no XTR Di2 mantendo-se o botão de trocas acionado por instantes.
A velocidade com que as marchas são trocadas pode ser customizada assim como a quantidade das trocas. É possível a troca de no máximo 2 pinhões acionando-se o botão, ou mesmo a mudança de todas as marchas do cassete de uma só vez. Utilizar a fiação elétrica E-Tube significa zero de ferrugem e a eliminação de cabos esticados e/ou retorcidos. O equipamento garante também baixa manutenção e trocas de marchas consistentes em comparação aos tradicionais sistemas mecânicos.
Umas das características mais marcantes do XTR Di2 é a nova opção Mudança Sincronizada. No período de testes, em mais de 20.000 km, os engenheiros da Shimano puderam analisar as marchas mais utilizadas pelos bikers para obter maior eficiência.
Com a Mudança Sincronizada acionada, é possível controlar os dois câmbios com apenas um trocador. O câmbio dianteiro lê a posição do câmbio traseiro e automaticamente se posiciona para utilizar as engrenagens de forma mais eficiente e com o melhor alinhamento da corrente para que o biker nunca tenha que se preocupar com as mudanças dianteiras e correções de marcha.
A Mudança Sincronizada, é melhor explicada neste vídeo.
A Shimano utilizou todas as informações colhidas nos testes para produzir e pré- definir dois ‘mapeamentos de marcha’. O E-Tube permite que o biker mude estas pré-definições para criar sua própria configuração de marchas favoritas. Enquanto pedala, o biker poderá alternar entre os mapas já programadas ou voltar para o modo manual. O XTR Di2 oferece mudanças de marcha mais rápidas e precisas com menor esforço se comparado ao sistema mecânico tradicional.


Trocas de marcha potentes

O câmbio dianteiro Di2 é duas vezes mais potente que o câmbio atual M980, além de oferecer mudanças confiáveis, rápidas e suaves mesmo sob uma pedalada de carga mais intensa. As mudanças de marcha se tornam leves ao simples toque de um botão, não importando o tipo de terreno. O câmbio traseiro foi aprimorado com nova tecnologia Shadow RD+ para Di2.
Além do botão ligado/desligado, é possível ajustar a tensão da mola externamente com uma chave Allen. Os câmbios reagem imediatamente ao comando do biker e assumem um posicionamento preciso em todas as combinações possíveis, utilizando-se a função de auto ajuste do câmbio dianteiro. A fiação elétrica garante um desempenho estável e consistente.

Visual clean e sistema expansível

O cérebro do Sistema XTR Di2 é o seu display digital. Ele indica o nível de bateria, a posição da marcha, o modo de troca de marchas (manual ou sincronizado) e o modo da suspensão. Utilizando-se um botão no display, também é possível mudar o modo de troca de marchas para manual ou para o modo Mudança Sincronizada mesmo durante a pedalada.
O display também funciona como uma porta para recarregar a bateria, como conexão da plataforma e software E-Tube (para configurações pessoais) e, também inclui três portas E-Tube. A fiação eletrônica é facilmente escondida dentro do quadro e pode ser integrada ao sistema de suspensão FOX, minimizando eventuais fiações visíveis no guidão da bike.
As baterias do XTR Di2 M9050 são equivalentes às usadas nos grupos de Estrada: a bateria externa SM-BTR1 e a bateria interna SM-BTR2.


Sobre a Shimano

Empresa líder de mercado em componentes e acessórios para bicicleta, pesca e remo, a Shimano foi criada em 1921 e possui sede em Sakai, no Japão. O escritório da Shimano Latin America (SLA) foi fundado em 2007 e conta com sete parceiros comerciais no Brasil: Biape, Ciclo Cairu, Isapa, Joytech, JR Comércio, LM Bike e Mix Bicicletas.
A Shimano desenvolveu as exclusivas tecnologias STI (Shimano Total Integration - alavanca de marchas e freio integrados), SPD (Shimano Pedaling Dynamics - para sapatilhas e pedais) e SIS (Shimano IndexSystem), reconhecidos e referência no mundo todo. Possui entre suas marcas nomes que são sinônimos de qualidade e performance no universo ciclístico: XTR, Dura Ace, Ultegra, DI2.
Mais informações
Além do botão ligado/desligado, é possível ajustar a tensão da mola externamente com uma chave Allen,

Veja o Vídeo




http://www.revistabicicleta.com.br/

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