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quarta-feira, 2 de março de 2016

Como se hidratar corretamente.

Quando suamos em excesso, além da perda de água, também perdemos eletrólitos, uma combinação de sódio e potássio, entre outros nutrientes. Dependendo do tipo e da intensidade dos exercícios, água pura pode não ser a forma ideal para repor as perdas ocorridas.


Em casos de atividades superiores a uma hora de duração e, principalmente, corridas de longa distância e maratonas, prefira os isotônicos e bebidas esportivas, ricas em calorias, vitaminas e sais minerais, essenciais para repor, sobretudo, os eletrólitos perdidos. A água de coco também é bastante recomendada neste caso.



segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Designer cria mochila com luzes de LED sinalizadoras para salvar vida dos ciclistas.

Há mais ciclistas do que nunca nas cidades hoje, um fato que não é perdido em urbanistas e administradores. Streetscapes estão mudando nesse sentido, como eles são alterados para acomodar ciclovias. O resultado é um ambiente urbano saudável, com uma rede de transporte robusta.

Mas as tensões inevitavelmente surgem quando essas bestas de transporte diferentes, como carros e motos viajar lado a lado em tal proximidade intensa. Drivers nem sempre respeitam a linha de demarcação que separa os dois veículos. Ciclovias não são tratados com a deferência concedida throughways carro, por isso os ciclistas são frequentemente forçadas a arremessar para a estrada principal (ou em calçadas) para evitar a colisão. Depois, há o fato de que as pessoas, seja em carros ou em motos, pode se comportar de forma imprudente ao ponto de ferir, ou pelo menos antagonizar, aqueles com quem partilham a estrada.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Primeiros Socorros no pedal - Noções básicas

Quem pedala está sujeito a acidentes, sejam eles simples tombos por esquecer de desclipar ou até mesmo atropelamentos mais graves. Existe uma série de cuidados que podem ser tomados, caso seja você mesmo o acidentado (se estiver consciente) ou se estiverem em grupo, e algum membro sofrer o acidente. Segundo o artigo 135 do Código Penal Brasileiro, somos obrigados à prestar socorro às vítimas de acidentes ou males súbitos, sob pena de processo por omissão de socorro. A pena por omissão de socorro pode chegar a até 1 ano de detenção, podendo ser agravada se chegar à lesão corporal e até a triplicar, caso haja morte decorrente. Por prestar socorro entende-se sinalizar o local do acidente, e chamar ajuda especializada, porém existem casos onde torne-se necessário uma intervenção maior de quem está socorrendo, até a chegada da ajuda especializada. 
No caso de nós ciclistas, o uso de equipamentos de proteção (capacetes, luvas, óculos) já é de grande ajuda, evitando lesões mais graves na maior parte dos acidentes. Porém, mesmo com as devidas proteções, as vezes, acabamos por nos lesionar.




quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Calor aumenta chance de câimbras durante exercícios.

Medidas simples ajudam a amenizar o transtorno.

Doloridas e temidas pelos atletas, pois, dependendo da intensidade, elas significam o final de uma competição, as câimbras costumam ser comuns durante a prática de atividade física no verão, principalmente ao ar livre. “Isso acontece porque no calor transpiramos mais e desidratamos facilmente, além de água, neste processo há perda de sais minerais”, informa o fisiologista do esporte Diego Leite de Barros, do Hospital do Coração, em São Paulo.
As câimbras possuem causas multifatoriais, e a desidratação é uma das teorias que explicam o que acontece no organismo. Segundo o especialista, o suor gera perda de água – essencial no funcionamento das fibras musculares. “As funções de contração e relaxamento

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O pneu da bike furou, e agora?

      Furar o pneu é coisa que não acontece com frequência mas se acontecer você não pode ficar na mão.
      Então quando for pedalar leve um kit para remendar o furo ferramentas para trocar o pneu ou uma câmara de reserva.
      Eu comprei uma bolsa de selim que já vem com um kit, veja abaixo:

domingo, 14 de setembro de 2014

Monte seu look na Passarela Esporte!

Com a chegada do verão, sempre optamos por usar roupas frescas e que esteja na moda, não é mesmo?! E pensando nisso, aproveitei para comprar algumas peças de moda masculina para usar casualmente mas, que ao mesmo tempo me trouxesse conforto e com o tecido leve, visitando o site da Passarela.com escolhi duas camisetas Nike com tecnologia dri-fit e uma calça jeans confort colcci que você encontra com exclusividade na Passarela Calçados.

A Nike é líder mundial em vendas de materiais esportivos e famosa por ter produtos com alta tecnologia.
A Colcci é marca de roupas com divulgação fortíssima e já teve campanhas estrelas por Gisele Bündchen e  Ashton Kutcher e tem muitas novidades que você pode conferir no site da Passarela.com e a loja faz entrega para qualquer região do Brasil!


Confira as peças que escolhi da nova coleção primavera/verão 2014-2015 da Passarela.com


Look ideal para o dia-a-dia.


COMPRE AQUI!
Camiseta Nike Hyperspeed Flash Características: camiseta Nike em poliéster reciclado, apresentando cores em contraste. Com mangas curtas e gola careca, apresenta ainda ótimo caimento, possibilitando liberdade de movimentos. Traz ainda sistemaDri-FIT para melhor dispersão da umidade. Ideal para práticas de atividades físicas.Características:
Confeccionada em poliéster reciclado.
Mangas curtas e gola careca.
Modelo com ótimo caimento.
Logo Nike aplicado.
Cores em contraste no modelo.
Sistema Dri-FIT no modelo
Dri-FIT - possibilita ótima dispersão da umidade.




Look para ocasiões informais.


COMPRE AQUI!
Calça Jeans Confort Colcci 
Composição do Tecido:
Confeccionado em 100% Algodão.
Detalhes:
Calça jeans de moda masculina Colcci.
Lavagem clara com áreas estonadas.Gancho baixo.Possui bolsos frontais, e traseiros com plaquinha metalizada da marca aplicada.Detalhes em pespontos contrastantes.Cós com passantes para cinto. Modelagem confort, linha Colcci que possui quadril e pernas mais soltas, proporcionando maior liberdade em seus movimentos, assim sendo ideal para usar no dia-a-dia!

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Camiseta Nike Relay Graphic Crew Características: camiseta Nike em poliéster, contando com estampa personalizada na parte frontal. Ideal para os corredores, o modelo apresenta mangas curtas e também gola redonda, propiciando conforto. Com ótimo caimento, se torna perfeito para os esportistas.Características:
Confeccionada em poliéster.
“Running” aplicado.
Logo Nike na parte frontal.
Possui mangas curtas.
Conta com gola careca.
Possui sistema Dri-FIT.
Dri-FIT – auxilia na dispersão da umidade.

Aproveite e compre também seu acessório ou produto esportivo no site da Passarela Esporte acesse:

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Confira 5 dicas do que fazer para pedalar sozinho com mais segurança.

Pedalar sozinho é uma realidade para muitos ciclistas. Seja pela falta de companhia ou por não conseguir combinar dias e horários que todos possam, Há também ciclistas que adoram passar um tempo – ou boas horas – sozinhos com suas bicicletas.
Pensando nisso, resolvi fazer esse post com 5 dicas para pedalar sozinho. 


1 – Avise às pessoas sobre sua pedalada.

Quem pedala sozinho sabe que essa é a grande preocupação dos parentes e amigos. Às vezes estamos lá curtindo um pedal maravilhoso e nossos entes queridos preocupados (muitas vezes em excesso). Mesmo que você já seja experiente nos pedais, deixe sempre avisado com alguém sobre o horário da sua pedalada e seu destino. Se você gosta de decidir na hora e não souber pra onde vai, pelo menos avise que está saindo para pedalar. Leve sempre um telefone celular, para dar notícias ou poder ser contactado nos locais onde tiver sinal disponível da sua operadora. São atitudes simples que deixam todos mais tranquilos.
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2 – Leve dinheiro e documentos de identificação.


É uma dica básica, mas muitos não fazem. Mesmo que não pretenda gastar nada, leve dinheiro extra. Eu calculo uma quantidade para caso seja necessário voltar de ônibus ou táxi. Às vezes levo também pensando em um lanche ou refeição extra pelo caminho. Documentos de identificação também são fundamentais, no caso de eventual e indesejado acidente, ou outra necessidade menos urgente.
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3 – Escolha bem o seu trajeto


Quando se pedala sozinho, devemos prestar mais atenção a algumas coisas, como por exemplo a segurança do trajeto. Evite locais perigosos seja pelo trânsito ou por questões de (falta de) segurança. O ciclista sozinho está mais vulnerável. O que não é motivo de forma alguma pra você deixar de pedalar! Caso pedale por estradas ou trilhas, seja prudente e evite manobras que possam colocar a sua segurança em risco. Fique atento ao trajeto!
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4 - Equipe-se de acordo com seu destino



Quando se pedala em grupo existem uma série de equipamentos ou ferramentas que podem ser levados apenas por uma das pessoas. Quando se pedala sozinho, você deve pensar em tudo. Imagine que você está em uma estrada a 20 quilômetros de sua casa e ocorre um simples furo no pneu. Isso pode ser um pequeno imprevisto ou algo que vai te dar muita dor de cabeça, dependendo da sua preparação para o pedal. Pense sempre por onde vai pedalar e se a região terá serviços disponíveis. Se você for pedalar pela cidade, pode levar menos equipamentos. Se for para uma trilha ou estrada, onde não haverá oficinas, serviços de borracharia  etc. por longos quilômetros, você deverá levar tudo o que for precisar para evitar imprevistos. Muitos acham chato levar muitas coisas para a pedalada, mas quando está sozinho é necessário. Tomara que você não precise usar nenhum equipamento pra emergências. Mas se precisar, eles estarão lá.
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5 – Atenção para alimentação e hidratação



Essa dica é derivada da dica número 4, mas merece atenção especial. Muitas pessoas saem para pedalar sozinhas e se descuidam da alimentação e da hidratação, achando que vai ter água e comida fácil pelo caminho. Às vezes até dentro da cidade, quando é feriado e o comércio está fechado. Mais ainda quando se está numa trilha ou estrada. Já passei a experiência de calcular mal a quantidade de alimento e sentir fome no meio da estrada. Meu desempenho no pedal caiu muito, e depois de alguns km quando encontrei uma lanchonete de beira de estrada transformei um pão de queijo e um refrigerante no maior banquete da minha vida.
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Apesar de muitos cuidados e das dicas basicamente estarem relacionadas à segurança, quem curte pedalar sozinho sabe como é algo fantástico. Basta tomar alguns cuidados e seguir as dicas e aproveitar o melhor que um passeio de bike pode proporcionar.
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Espero que tenha gostado das dicas. Se você tem mais alguma dica que eu não coloquei aqui, compartilhe com a gente comentando nesse post. Se achou o conteúdo interessante, compartilhe com os amigos nas redes sociais!

sábado, 28 de junho de 2014

Pedal de sábado!




Salve, salve!

Após uma pequena pausa sem fazer um pedal, enfim consegui fazer um esforço ir nesse pedal de hoje a convite do meu parceiro Clepa. Fomos eu, Clepa, Paulo, Fernando e o Ricardo, pedalar pelas áreas rurais da nossa região do Vale do Ribeira, por estrada de terra e com bela vista da natureza.






Parada para descansar e se hidratar.








Nossa "Selfie" :)

Passeio feito em ritmo tranquilo, com algumas subidas e descidas, indicado para quem costuma pedalar com frequência. No bairro Lençol eu e o Ricardo desviamos do percurso traçado para vir na frente porque o Ricardo ainda iria trabalhar e eu estava moído pois trabalhei a noite e estava sem dormir. No meu velocímetro marcou 71.92 KM cheguei em casa as 11:55h é sempre um prazer pedalar pelas áreas rurais da região e com boas companhias fica ainda melhor, valeu pessoal até a próxima!



Trajeto - ( Créditos da foto: Paulo) peguei do face dele rs



Então, vamos aos dados:
Pedal rural – Giro por Agrochá, Taquaruçu, Vila Maciel, Votupoca, Lençol, Morungaba, Cheia grande, Capinzal e Indaiatuba.
Sábado, 28 de Junho
Ponto de encontro: Posto Ongarato

Horário de encontro 06:40h                                                                                  
Total do percurso: No meu velocímetro deu 71.92 KM 
Duração: aproximadamente 5 horas

Abaixo fiz um vídeo do pessoal na primeira descida, saindo da estrada do Votupoca indo para o bairro Lençol. 



quarta-feira, 14 de maio de 2014

Legislação sobre bicicleta elétrica



CONTRAN – Resolução nº 315/2009
20/5/2009
RESOLUÇÃO CONTRAN Nº 315, DE 08 DE MAIO DE 2009
DOU 20.05.2009
Estabelece a equiparação dos veículos ciclo-elétricos aos ciclomotores e os equipamentos obrigatórios para condução nas vias públicas abertas à circulação.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e X, do art. 12, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional de Trânsito;
Considerando os permanentes e sucessivos avanços tecnológicos empregados na construção de veículos, bem como a utilização de novas fontes de energia e novas unidades motoras aplicadas de forma acessória em bicicletas, e em evolução ao conceito inicial de ciclomotor.
Considerando o crescente uso de ciclo motorizado elétrico em condições que comprometem a segurança do trânsito, Resolve:
Art. 1º Para os efeitos de equiparação ao ciclomotor, entende-se como ciclo-elétrico todo o veículo de duas ou três rodas, provido de motor de propulsão elétrica com potência máxima de 4 kw (quatro quilowatts) dotados ou não de pedais acionados pelo condutor, cujo peso máximo incluindo o condutor, passageiro e carga, não exceda a 140 kg (cento e quarenta quilogramas) e cuja velocidade máxima declarada pelo fabricante não ultrapasse a 50 km/h(cinqüenta quilômetros por hora).
Parágrafo único. Inclui-se nesta definição de ciclo-elétrico a bicicleta dotada originalmente de motor elétrico, bem como aquela que tiver este dispositivo motriz agregado posteriormente à sua estrutura.
Art. 2º Além de observar os limites de potência e velocidade previstos no artigo anterior, os fabricantes de ciclo-elétrico deverão dotar esses veículos dos seguintes equipamentos obrigatórios:
1. Espelhos retrovisores, de ambos os lados;
2. Farol dianteiro, de cor branca ou amarela;
3. Lanterna, de cor vermelha, na parte traseira;
4. Velocímetro;
5. Buzina;
6. Pneus que ofereçam condições mínimas de segurança.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Estrangeiros pedalam dos Estados Unidos ao Brasil para ver a Copa


Eles não estão preocupados com o preço das passagens de avião para ver os jogos da Copa. Nem em como conseguir descobrir como chegar nas cidades dos jogos de ônibus. Ike Manobla e Henry Flaig resolveram vir de São Diego, Califórnia, nos Estados Unidos, até o Brasil pedalando, para ver os jogos da Copa do Mundo.
Eles já estão há 5 meses na estrada e passaram pelo México, Guatemala, Honduras, Nicaragua, Costa Rica e Panamá. "Eu tenho ingresso para os jogos dos Estados Unidos, contra Gana, Portugal e Alemanha. Vou passar por Natal, Manaus e Recife. Ike tem ingresso para um jogo em Cuiabá, Chile contra Austrália", conta Henry. O trajeto planejado no Brasil segue o rio Amazonas, saindo do Peru e passando principalmente por cidades pequenas.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Bike Running Pedal cachoeiras da Bulha

Esse pedal já tinha feito a um ano atrás, mas só fui na cachoeira (menor), dessa vez resolvemos conhecer a segunda cachoeira que fica poucos quilômetros a frente.
Cheguei no local combinado alguns minutos antes, sai mais cedo para calibrar o pneu da bike, logo chegaram Paulo e Arno e às 07:10AM saímos de frente o Alan Bike sentido o bairro Agrochá, chegamos na primeira cachoeira com 32KM pedalados, não tínhamos pressa por isso fomos no ritmo lento, apreciando a natureza até a segunda cachoeira e retornamos, cheguei em casa próximo das 14:00hr com o total de 65KM pedalados.


















terça-feira, 1 de abril de 2014

Menina de três anos viaja o mundo de bicicleta com pais e já fala cinco idiomas

O matemático alemão Christian Riedke e sua mulher, a turismóloga espanhola Olga Avila Martorell, passaram seis dos últimos nove anos na estrada, ao longo de duas grandes viagens em cima de bicicletas.

A família já percorreu 40 países espalhados por todos os continentes

"Pedalar é um jeito de conhecer de perto os lugares que visitamos", dizem Christian e Olga, que já passaram ao todo por 40 países, em todos os continentes.
Entre as duas viagens, nasceu Naila, a filha do casal, que aos três anos, passou a maior parte de sua vida na estrada e já é capaz de conversar em cinco idiomas diferentes.
Ela fala o espanhol e o catalão maternos, o alemão paterno, além de um significativo repertório da língua portuguesa.
"Às vezes ela pede que conversemos em inglês, que é o idioma que usamos com a maioria dos viajantes que encontramos. Outro dia, ensaiou algumas expressões em tailandês. Como não entendemos nada, ela não insistiu", diz o pai.
A última descoberta da pequena nômade é a de que a variedade de expressões que aprendeu integra idiomas diferentes, e que nem todos compreendem todos os conjuntos lexicais que ela aos poucos domina.
"Ela ainda mistura bastante, mas já está começando a diferenciar as línguas", observa Christian.
Mas como é viajar com uma criança de três anos? "Antes arriscávamos mais. Hoje maneiramos um pouco". O casal procura passar apenas algumas horas do dia pedalando, para que a filha não se canse.
"Não é qualquer criança que toparia; Naila é tranquila e paciente", comenta Olga. "Ainda assim, não podemos passar horas contemplando uma paisagem. Naila não se interessa por paisagens."

Relatos de viagem


Para os pais, viagem é a melhor educação possível para Naila
Carregados de roupas, fogareiro, sacos de dormir e uma tenda, o casal atravessou a África de norte a sul, pernoitando nas savanas e povoados e banhando-se nos riachos que cortavam a paisagem.
Na América do Sul, visitaram quase todos os países, incluindo as pouco conhecidas Guianas e o Suriname. Na Bolívia, acamparam no maior deserto de sal do mundo, as Salinas Uyuni, dentre uma infinidade de outras paisagens.
Depois de cruzarem alguns países europeus, voltaram para a América do Sul, regressando à Argentina, Bolívia, Paraguai e Brasil, cruzaram o Pantanal e parte do litoral sul do país.
De lá, rumaram à Nova Zelândia, exploraram a Tailândia e preparavam-se para adentrar a conturbada Mianmar.
A família acumula memórias de viagem. Certa vez, no Peru, após percorrerem uma larga extensão da costa sul totalmente desabitada, encontraram um pescador solitário. "Parecia louco", recorda Olga.
Perguntaram se podiam acampar ao lado de seu casebre de madeira. O homem, um tanto desconfiado, aceitou. Algumas horas depois, nos fundos da casa, acharam uma cesta repleta de crânios humanos. "Não tivemos coragem de perguntar o que era aquilo."
No interior da Guiné, na África Ocidental, em uma das extremidades de uma antiga ponte, toparam com um sujeito armado de uma espingarda, guardando uma enorme máquina enferrujada. Uma companhia que se instalara na região o contratara anos antes para vigiar o equipamento desativado.
Ao final do dia, o homem voltava para casa, deixando a máquina desprotegida. "Não fazia sentido algum. Devia ser mais caro mandar trazer de volta aquele motor quebrado do que pagar US$ 30 (R$ 70) mensais ao pobre homem por tanto tempo", diverte-se Olga.

Blog abandonado


Família coleciona histórias curiosas em vários dos países pelos quais passou
Logo no início da viagem, tentaram manter um blog com seus relatos, mas por conta da baixa velocidade da conexão à internet em alguns países, acabaram desistindo. "Não queríamos esse tipo de rotina", dizem. "Enviar um e-mail às vezes levava 20 minutos".
O Brasil foi um destino recorrente do casal. Das Guianas desceram o litoral do Nordeste até Salvador. Pedalar na areia custava um pouco, mas a paisagem compensava. O ritmo das pedaladas, contudo, dependia mais do nível do mar do que da firmeza do solo arenoso.
"Precisávamos aguardar as marés baixas para atravessar os rios que desaguavam no mar", lembra Christian.
Certa vez, para cruzar o delta de um rio, aceitaram a ajuda de um homem que se prontificou a levar à outra margem as bicicletas e o equipamento a bordo de uma canoa.
Foi apenas depois, quando tinham as pernas mergulhadas na lama até os joelhos, que se deram conta de que haviam deixado documentos e todo o dinheiro que possuíam com o desconhecido. "Viajar muitas vezes nos obriga a confiar nas pessoas. É algo muito positivo", reflete Christian. Ao chegarem à outra margem, o barqueiro os aguardava.

Diversidade

A jornada se aproxima de um fim, ao menos por enquanto. Em julho deste ano, o casal regressa à pequena cidade de Friburgo, Alemanha, onde Christian retomará seu trabalho como professor de matemática.
"Estamos receosos. Será difícil enfrentar a rotina", resigna-se Christian.
"As prioridades de quase todos os que conhecemos por lá são o trabalho, a estabilidade e a segurança. Qualquer estilo de vida diferente do deles é visto com ceticismo, como se estilos distintos não pudessem conviver", comenta Olga, que também se prepara para ouvir críticas acerca dos cuidados e da criação da filha.
Os dois estão certos, contudo, de que a experiência foi a melhor educação possível para Naila. "Ela poderá não se lembrar do que viveu, mas, sem dúvida, se sentirá em casa quando estiver em meio à diversidade", conclui Christian.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Pedalando no céu.

Chamado Skycycle é em Highland Park Washuzan Okayama, no Japão, um lugar com uma topografia montanhosa dramática que os designers aproveitaram este entretenimento adequado apenas para pessoas de pouco vertigem pedal. Participantes embarcar em um conjunto paralelo ele só funciona esquipado pedal com cintos de segurança e uma cesta-de-rosa bonito.O passeio tem tudo:. Ups, baixos, curvas e seções de contador e realmente assustador Uma vez acima pode entrar em pânico e chamar por ajuda e / ou gritando como um louco, mas na realidade, fora da situação, a única possibilidade é pedalar e pedalar até o fim ...














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