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quarta-feira, 2 de março de 2016

Como se hidratar corretamente.

Quando suamos em excesso, além da perda de água, também perdemos eletrólitos, uma combinação de sódio e potássio, entre outros nutrientes. Dependendo do tipo e da intensidade dos exercícios, água pura pode não ser a forma ideal para repor as perdas ocorridas.


Em casos de atividades superiores a uma hora de duração e, principalmente, corridas de longa distância e maratonas, prefira os isotônicos e bebidas esportivas, ricas em calorias, vitaminas e sais minerais, essenciais para repor, sobretudo, os eletrólitos perdidos. A água de coco também é bastante recomendada neste caso.



domingo, 28 de fevereiro de 2016

A hora certa para trocar a corrente da Bike.



Há muito se discute esse assunto em lojas, oficinas ou nos bate-papos nas trilhas e estradas e eu gostaria de compartilhar algumas informações sobre a hora certa para trocar a corrente.
Conheço uma “lenda ciclística” que consiste na troca da corrente

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Como escolher sua Bike


Escolhendo o modelo de sua bicicleta
Estilo de pedalada: Ao escolher uma bicicleta devemos nos fazer três perguntas. 1° Objetivo de sua pedalada? 2° Que terreno deseja pedalar? e 3° Com qual freqüência?
Ambiente correto: Bicicleta ideal para o seu ambiente é importante para que tenha melhor rendimento e segurança. Sua bike pode ser preparada para asfalto ou terra ou mista.

Entenda melhor seus modelos:

hibridaLazer
Está bicicleta geralmente indicada para passeio, tem sua posição de pilotagem confortável e indicada para uso casual urbano. Prós: baixo custo. Contras: fragilidade nas peças, já que foi desenvolvida apenas para diversão.

montainMontain
Projetada e indicada para suportar terreno hostil e peso em pequenas quedas (trilhas), muito usada em longos trajetos por ciclistas profissionais e amadores. Prós: sua grande versatilidade em qualquer ambiente. Contras: são seus pneus cravos dificultam alcançar alta velocidade no                                           asfalto.
bike-speedSpeed:
As preferidas dos velocistas onde podem ser alcançados em média seus 110 km/h em decidas e seus 85 Km/h e retas. Indicadas para uso esportivo e para ciclistas com habilidade. Prós: leveza e velocidade adquirida. Contras: alto custo e fragilidade em asfalto ruim, não sendo                                           viável pedalar em terra.
bmxBMX ou Street:
Muito usada por crianças por ser baixa, mas também por praticantes de Freestyle urbano (fazer manobras para transpor obstáculos com agilidade e rapidez). Prós: boa opção para primeira bicicleta de uma criança e agilidade para manobras. Contras: Não indicada para longas

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Designer cria mochila com luzes de LED sinalizadoras para salvar vida dos ciclistas.

Há mais ciclistas do que nunca nas cidades hoje, um fato que não é perdido em urbanistas e administradores. Streetscapes estão mudando nesse sentido, como eles são alterados para acomodar ciclovias. O resultado é um ambiente urbano saudável, com uma rede de transporte robusta.

Mas as tensões inevitavelmente surgem quando essas bestas de transporte diferentes, como carros e motos viajar lado a lado em tal proximidade intensa. Drivers nem sempre respeitam a linha de demarcação que separa os dois veículos. Ciclovias não são tratados com a deferência concedida throughways carro, por isso os ciclistas são frequentemente forçadas a arremessar para a estrada principal (ou em calçadas) para evitar a colisão. Depois, há o fato de que as pessoas, seja em carros ou em motos, pode se comportar de forma imprudente ao ponto de ferir, ou pelo menos antagonizar, aqueles com quem partilham a estrada.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Primeiros Socorros no pedal - Noções básicas

Quem pedala está sujeito a acidentes, sejam eles simples tombos por esquecer de desclipar ou até mesmo atropelamentos mais graves. Existe uma série de cuidados que podem ser tomados, caso seja você mesmo o acidentado (se estiver consciente) ou se estiverem em grupo, e algum membro sofrer o acidente. Segundo o artigo 135 do Código Penal Brasileiro, somos obrigados à prestar socorro às vítimas de acidentes ou males súbitos, sob pena de processo por omissão de socorro. A pena por omissão de socorro pode chegar a até 1 ano de detenção, podendo ser agravada se chegar à lesão corporal e até a triplicar, caso haja morte decorrente. Por prestar socorro entende-se sinalizar o local do acidente, e chamar ajuda especializada, porém existem casos onde torne-se necessário uma intervenção maior de quem está socorrendo, até a chegada da ajuda especializada. 
No caso de nós ciclistas, o uso de equipamentos de proteção (capacetes, luvas, óculos) já é de grande ajuda, evitando lesões mais graves na maior parte dos acidentes. Porém, mesmo com as devidas proteções, as vezes, acabamos por nos lesionar.




sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O pneu da bike furou, e agora?

      Furar o pneu é coisa que não acontece com frequência mas se acontecer você não pode ficar na mão.
      Então quando for pedalar leve um kit para remendar o furo ferramentas para trocar o pneu ou uma câmara de reserva.
      Eu comprei uma bolsa de selim que já vem com um kit, veja abaixo:

domingo, 2 de agosto de 2015

Produtos Hidrolight

Olá corredores,
Recebi da Hidrolight um Press Kit com alguns produtos para auxiliar nos meus treinos: Coxal Ajustável, Pochete Neoprene e um Esqueeze.O bem estar e a qualidade de vida sempre foram o foco principal da Hidrolight, que hoje é especializada em ortopedia em neoprene e acessórios para esportes.




Hoje possui um parque industrial com 3 galpões num total de 2.560m² de área construída e uma fábrica de embalagem de PVC própria. Conta com 132 colaboradores internos, uma equipe de vendas presente em todo o Brasil atendendo mais de 8.000 lojas espalhadas no território nacional.
É uma das pouquíssimas empresas do ramo que se enquadra nas normas de segurança da saúde da ANVISA, possuindo Autorização e Registro.
Faz campanhas sociais, inclusive de nível nacional, contando com a ajuda de clientes, fornecedores e representantes, como o Natal em Movimento. Auxilia ainda uma casa de

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Bateria portátil para celular transforma movimentos do corpo em energia


Uma bateria portátil para celular é capaz de transformar movimentos do seu corpo em energia. Chamada de Ampy, a tecnologia foi criada por uma startup de Chicago, nos Estados Unidos, e financiada por investidores de diversos pontos do mundo no Kickstarter. A empresa atingiu sua meta de 100 mil dólares em 11 de outubro, três dias depois do anúncio do projeto. Nesta quarta-feira (22/10), a arrecadação chegou a 200 mil dólares. Ainda faltam 18 dias para o fim da campanha.
O produto pode transformar uma hora de corrida, 30 minutos de ciclismo ou uma longa caminhada de 10 mil passos em energia elétrica suficiente para 3 horas de uso para seu smartphone. Esses exercícios também podem servir para dar carga de 24 horas em um smartwatch e de até 72 horas em uma pulseira inteligente.
A unidade do Ampy é vendida atualmente por 85 dólares, 210 reais em conversão direta. Quando chegar ao mercado, o que deve acontecer em junho de 2015, o preço será de 95 dólares, 235 reais. O gadget é pequeno e precisa estar sempre com você, seja no seu braço, na sua cintura ou no seu bolso. A empresa promoveu recentemente uma ação de divulgação do Ampy com três atletas que disputaram a maratona de Chicago. No total, foram 8.600 calorias queimadas e mais de 40 horas de bateria geradas para seus celulares.
A conversão da energia cinética (do movimento) para elétrica é parecida com aquela usada em lanternas que precisavam ser apertadas algumas vezes para funcionar. Outro exemplo são dínamos de bicicletas.
A startup Ampy foi fundada por três estudantes de Ph.D em engenharia na Northwestern University, que desenvolveram o produto ao longo do último ano. Com capital vindo de competições de negócios, a empresa colocou mil unidades do Ampy nas ruas. A campanha no Kickstarter foi uma iniciativa para encontrar um investidor-anjo para dar longevidade à companhia.
O aplicativo do Ampy para smartphones mostram quantos passos o usuário deu, uma estimativa das calorias gastas durante o exercício, bem como quanta energia elétrica foi gerada.

“Usar o Ampy pode diminuir a pegada de carbono do seu smartphone”, segundo Tejas Shastry, fundador e CEO do Ampy.

Projetos como esse, contudo, não são únicos. Há, por exemplo, tênis que transformam os movimentos dos pés. Os calçados seguem o mesmo princípio de conversão de energia cinética e foram criados em 2013 por um grupo de estudantes de engenharia da Universidade de Rice, em Houston. Outro caso, também do ano passado, foi um dispositivo chamado Ativ que tinha um conceito muito semelhante ao do Ampy. Projetado pelo designer Ben Azzam, da Universidade de Auburn, o produto ainda não chegou ao mercado.





quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Conheça o cinturão luminoso segurança do ciclista!

Preocupados com a segurança de quem pedala, principalmente durante o período da noite, uma empresa chilena lançou no final do ano passado um cinturão luminoso que indica as mudanças de direção do ciclista na rua.
Batizado de Haztevisible ("faça-se visível", em tradução livre), o produto foi idealizado por Juan Pablo Garcia e está no mercado desde novembro de 2013.
O cinturão é impermeável, ajustável, e funciona com apenas três pilhas pequenas.

O cinturão é impermeável, ajustável, não precisa de ferramentas e funciona com apenas três pilhas pequenas. "Haztevisible é a primeira sinalização sem fio com controle remoto para ciclistas. A partir de agora, sua segurança como ciclista irá mudar, seus movimentos serão anunciados, entendidos e vistos por todos", diz o site.
A ideia é facilitar a comunicação com os motoristas nas ruas e garantir que todos os movimentos dos ciclistas sejam compreendidos e, principalmente, respeitados. "Mais de 7% das viagens ao trabalho em Santiago são de bicicleta e 95% dos ciclistas não sinalizam seus movimentos. Não ser visto é uma das principais causas de acidentes".

Ideia é facilitar a comunicação e garantir que os movimentos dos ciclistas sejam compreendidos.

Através do site é possível adquirir o produto pelo valor de $32.980 pesos chilenos, o equivalente a aproximadamente 130 reais.
Mais informações: acontacto@haztevisible.com

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Confira 5 dicas do que fazer para pedalar sozinho com mais segurança.

Pedalar sozinho é uma realidade para muitos ciclistas. Seja pela falta de companhia ou por não conseguir combinar dias e horários que todos possam, Há também ciclistas que adoram passar um tempo – ou boas horas – sozinhos com suas bicicletas.
Pensando nisso, resolvi fazer esse post com 5 dicas para pedalar sozinho. 


1 – Avise às pessoas sobre sua pedalada.

Quem pedala sozinho sabe que essa é a grande preocupação dos parentes e amigos. Às vezes estamos lá curtindo um pedal maravilhoso e nossos entes queridos preocupados (muitas vezes em excesso). Mesmo que você já seja experiente nos pedais, deixe sempre avisado com alguém sobre o horário da sua pedalada e seu destino. Se você gosta de decidir na hora e não souber pra onde vai, pelo menos avise que está saindo para pedalar. Leve sempre um telefone celular, para dar notícias ou poder ser contactado nos locais onde tiver sinal disponível da sua operadora. São atitudes simples que deixam todos mais tranquilos.
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2 – Leve dinheiro e documentos de identificação.


É uma dica básica, mas muitos não fazem. Mesmo que não pretenda gastar nada, leve dinheiro extra. Eu calculo uma quantidade para caso seja necessário voltar de ônibus ou táxi. Às vezes levo também pensando em um lanche ou refeição extra pelo caminho. Documentos de identificação também são fundamentais, no caso de eventual e indesejado acidente, ou outra necessidade menos urgente.
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3 – Escolha bem o seu trajeto


Quando se pedala sozinho, devemos prestar mais atenção a algumas coisas, como por exemplo a segurança do trajeto. Evite locais perigosos seja pelo trânsito ou por questões de (falta de) segurança. O ciclista sozinho está mais vulnerável. O que não é motivo de forma alguma pra você deixar de pedalar! Caso pedale por estradas ou trilhas, seja prudente e evite manobras que possam colocar a sua segurança em risco. Fique atento ao trajeto!
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4 - Equipe-se de acordo com seu destino



Quando se pedala em grupo existem uma série de equipamentos ou ferramentas que podem ser levados apenas por uma das pessoas. Quando se pedala sozinho, você deve pensar em tudo. Imagine que você está em uma estrada a 20 quilômetros de sua casa e ocorre um simples furo no pneu. Isso pode ser um pequeno imprevisto ou algo que vai te dar muita dor de cabeça, dependendo da sua preparação para o pedal. Pense sempre por onde vai pedalar e se a região terá serviços disponíveis. Se você for pedalar pela cidade, pode levar menos equipamentos. Se for para uma trilha ou estrada, onde não haverá oficinas, serviços de borracharia  etc. por longos quilômetros, você deverá levar tudo o que for precisar para evitar imprevistos. Muitos acham chato levar muitas coisas para a pedalada, mas quando está sozinho é necessário. Tomara que você não precise usar nenhum equipamento pra emergências. Mas se precisar, eles estarão lá.
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5 – Atenção para alimentação e hidratação



Essa dica é derivada da dica número 4, mas merece atenção especial. Muitas pessoas saem para pedalar sozinhas e se descuidam da alimentação e da hidratação, achando que vai ter água e comida fácil pelo caminho. Às vezes até dentro da cidade, quando é feriado e o comércio está fechado. Mais ainda quando se está numa trilha ou estrada. Já passei a experiência de calcular mal a quantidade de alimento e sentir fome no meio da estrada. Meu desempenho no pedal caiu muito, e depois de alguns km quando encontrei uma lanchonete de beira de estrada transformei um pão de queijo e um refrigerante no maior banquete da minha vida.
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Apesar de muitos cuidados e das dicas basicamente estarem relacionadas à segurança, quem curte pedalar sozinho sabe como é algo fantástico. Basta tomar alguns cuidados e seguir as dicas e aproveitar o melhor que um passeio de bike pode proporcionar.
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Espero que tenha gostado das dicas. Se você tem mais alguma dica que eu não coloquei aqui, compartilhe com a gente comentando nesse post. Se achou o conteúdo interessante, compartilhe com os amigos nas redes sociais!

sábado, 17 de maio de 2014

Aprenda a consertar a corrente da sua bike!

Coloque a corrente perfeitamente assentada no encaixe interno. Crédito: Arquivo Marcos Adami

Sem maiores problemas, desde que você tenha em mãos a chave de corrente. Uma ferramenta que você encontra em boas bicicletarias e bikes shops e custa cerca de R$ 20,00. Vale a pena ter uma sempre em sua bolsa de selim ou pochete, especialmente quando sair para trilhas distantes ou longos trechos de estrada na speed.
Veja como é fácil se livrar dessa enrascada:
  • Deite a bike com o lado da coroa para cima. Identifique o elo ou os elos que se romperam; 
  • Coloque a corrente perfeitamente assentada no encaixe interno; (foto) 
  • Gire a manivela até encostar o extrator no pino da corrente; 
  • Continue girando a manivela forçando o pino para sair;
  • Conte mais ou menos 6, 6 voltas e meia. Não extraia totalmente o pino, deixe-o ainda preso na lateral do elo. Se o pino sair totalmente vai dar uma dorzinha de cabeça ao tentar fechar o elo;
  • Após retirar o elo danificado, basta repetir a operação de forma inversa e fazer a emenda. Se o elo ficar preso devido ao amassado da reinstalação do pino, segure a corrente na horizontal e faça movimentos laterais fortes com as mãos para soltá-lo.
    É melhor tomar o rumo de casa! Correntes não quebram em vão, se quebrou é sinal que já está gasta e portanto frágil, e pode quebrar de novo. Desista da trilha, do treino ou do passeio e vá para casa.
    Providencie a substituição da corrente com urgência. Uma ótima sugestão: Quando adquirir sua chave de corrente peça ao vendedor ou ao mecânico para te explicar como utilizá-la corretamente! Na hora H você vai ter que saber.
  • webventureuol.uol.com.br

    quarta-feira, 12 de março de 2014

    CONFIRA ALGUNS APLICATIVOS PARA USAR NAS PEDALADAS

    Muitos ciclistas hoje em dia querem incrementar suas pedaladas com aplicativos que possam registrar suas atividades e até compartilhar nas redes sociais. Com o crescente popularização dos smartphones, são lançados a cada dias diversos aplicativos para auxiliar as pessoas nas atividades físícas.
    Há uma infinidade deles, gratuitos ou pagos, para os mais diversos sistemas operacionais: iOS da Apple, Android, Blackberry, Nokia,  Windows Phone, etc.
    Chamados simplesmente de “Apps”, realizam as mais variadas tarefas, desde verdadeiras centrais de monitoramento de treinos, passando por guias de turismo, navegador GPS e até guias de manutenção.
    Por isso fiz uma seleção de alguns aplicativos muito bons, e os mais usados pela galera que pedala, amadores e profissionais. Confira abaixo.
    redes-sociais
    Sports Tracker – GrátisiOS e Android

    Mais difundido no Brasil, o aplicativo compartilha os treinos no Facebook, rede social que integra todos os usuários do aplicativo. O Sports Tracker existe desde 2004 e foi criado por ex-funcionários da finlandesa Nokia, uma das pioneiras em aplicativos de GPS para celulares. O programa grátis – para iPhone, Android, Windows e Nokia – registra dados como velocidade, tempo de pedalada, distância, ganho de altitude e batimento cardíaco. O ciclista pode inclusive tirar fotos do percurso e postar instantaneamente, e até mesmo compartilhar a música que foi ouvida.
    Endomondo – GrátisAndroid, Windows, Polar, Garmin, Blackberry, Nokia e iOS

    Desenvolvido por três amigos dinamarqueses, o Endomondo é bastante difundido entre os  europeus e traz algumas das facilidades oferecidas pelo Strava. As atualizações são imediatas, basta sair para treinar e ligar o aparelho para que sua atividade seja atualizada instantaneamente com destaque na capa no site.
    O ranking dos membros da comunidade também é atualizado a todo instante. O aplicativo registra a velocidade, distância, percurso e as calorias e gera aviso sonoro a cada quilômetro percorrido. Dá também para trocar mensagens instantâneas durante a pedalada com os amigos da comunidade e desafiá-los amigos para um “racha” virtual em determinado trecho.
    O plano básico é grátis, mas há também a opção de um plano pago que oferece um acompanhamento mais elaborado dos treinos de cada ciclista.
    StravaiOS e Android
    Um dos softwares de maior sucesso entre ciclistas é o Strava. Mais que um aplicativo, o Strava é uma rede social que agrega as facilidades de um programa de treinamento, uma ferramenta de rastreamento (tracker) por GPS com a possibilidade de compartilhar esses dados diretamente no site. O Strava registra todas as pedaladas e parâmetros do treino, como batimento cardíaco, trajeto, altimetria, velocidade, tempo, distância etc. O diferencial está em poder comparar seus dados com os de outros membros da comunidade, competir entre si e postar os resultados no Twitter e no Facebook, além de seguir outras pessoas e ver o que estão fazendo.
    Outra ferramenta interessante é a “Segmentos”, que permite que se escolha um trecho qualquer – uma subida, por exemplo – para comparar o tempo de cada um naquele trecho, criando uma espécie de ranking para todo mundo que passar naquele trajeto. O download do aplicativo é gratuito, mas o uso do site é limitado, com direito a registrar até cinco treinos por mês, mas o acesso a algumas funções é restrito. O plano Premium custa US$ 59 por ano e dá acesso total a interessantes ferramentas de treinamento, como análise dos batimentos cardíacos, de força e da velocidade ascensorial média (VAM), ranking por idade e peso do atleta etc.
    O ciclista tem que ter um ciclocomputador ou celular com GPS. Serve também para corredores. www.strava.com
    registro
    Há dezenas de bons programas que têm como objetivo auxiliar o ciclista a manter o registro completo das pedaladas com dados como trajeto, altimetria, calorias consumidas, batimentos cardíacos, distância percorrida, velocidade média e muito mais.
    Bike Radar Active GPSiOS, (em breve Andoid)






    Acaba de ser lançado no mercado. Desenvolvido pelo portal Bike Radar, o aplicativo registra a velocidade instantânea, a distância percorrida, as médias do percurso, as rotas e as calorias.
    A versão para Android ainda está em desenvolvimento.
    http://training.bikeradar.com/mobile
    Garmin Fit – US$ 1
    iOS e Android

    Desenvolvido pela famosa marca de aparelhos de GPS, o aplicativo registra a velocidade instantânea, a distância percorrida, o percurso e as calorias.
    Cyclemeter – US$ 2,99iOS e Android

    Muito completo e versátil, o Cyclemeter ganhou o prêmio de melhor aplicativo de saúde e fitness da Apple em 2011. Mostra e registra todas as informações importantes de uma pedalada com ajuda do GPS. Para ligar ou pausar o sistema basta um toque na tela ou no controle remoto do fone de ouvido. Com o adaptador (Wahoo Fitness) marca também a cadência da pedalada. Dá para compartilhar os treinos diretamente na rede social usando o Twitter ou o Facebook e competir contra si mesmo ou com amigos que usam o app, baixar tracks do Google Maps, exibir os resultados em diferentes tipos de gráficos e muito mais.
    iMapMyRide – GrátisiOS, Blackberry e Android
    Tem bastante adeptos no Brasil e também funciona como uma rede social em que se pode compartilhar os treinos por e-mail, Twitter ou no Facebook. Os dados também podem ser transferidos para o site – muito parecido com o Edmondo, por sinal – para comparação entre os membros da comunidade.
    O aplicativo tem também versões para equitação, triathlon, caminhada, corrida e hiking. www.mapmyride.com
    manutencao
    Bike Repair – Android e iOS – US$ 2
    Um guia prático com 42 páginas que ensinam a resolver mais de 70 problemas mecânicos. Tem mais de 230 fotos detalhadas que explicam passo a passo como ajustar a bike, regular câmbios, freios, trocar os pneus, consertar a câmera de ar, substituir diversas peças e solucionar os mais diversos problemas.
    Bike Doctor – iOS e Android – US$ 5
    Traz dicas de limpeza, lubrificação e conservação, ensina os 25 consertos mais comuns numa bike e também ajuda a identificar problemas de acordo com os barulhos emitidos pela bike.
    Cycling Calculator – Android e iOS – US$ 1
    Para ciclistas com aptidão mecânica esse aplicativo calcula as relações de marchas,  andamento (quantos metros a bike percorre com determinada relação coroa x pinhão), mostra circunferência e o perímetro de diversas combinações de roda + pneus, simula diferentes combinações de marcha, calcula também a cadência e a velocidade a partir de determinada relação fornecida. Estima ainda a velocidade de um ciclista com base em variáveis como potência, elevação, temperatura, atrito com o solo, velocidade do vento, inclinação do terreno, área frontal, arrasto aerodinâmico e eficiência da pedalada. É perfeito para ciclonerds que querem ter uma ideia do tempo que será gasto em triathlon e outras provas de longa duração.
    computadores-de-bordo

    A lista é muito extensa. Tem para todos os gostos. Alguns são bem simples e mostram apenas o básico, outros fazem uso do GPS e ajudam a traçar rotas e registram os caminhos percorridos.
    LiveRider – iOS – Grátis
    Traz 15 funções, incluindo indicador de calorias, potência, sensor de cadência, elaboração de gráficos, modo Chase Rider, função que armazena dados e permite que o ciclista bata seus próprios recordes de treinamento. Os dados podem ser transferidos por e-mail e transformados em planilha.
    Velodroid – Android – Grátis
    Faz uso do GPS para manter um registro das pedaladas. Apesar dos gráficos simples, as informações mostradas na tela são bem claras e diretas. Mostra a altimetria, a inclinação do terreno, velocidade, tempo, ganho de altitude, a imagem do mapa e tem uma utilíssima ferramenta que auxilia na hora de fazer os treinos intervalados. Os dados podem ser transferidos para qualquer rede social e também para o Strava.
    viagem
    A lista de aplicativos para quem vai viajar e utilizar a bike no exterior é praticamente infinita. O ideal é pesquisar os aplicativos para cada cidade que se planeja visitar.
    Bike Rio – Grátis
    Aplicativo permite acessar o sistema de aluguel de bicicletas na Cidade Maravilhosa e serve para fazer o cadastro, comprar os tickets, retirar as bikes nas estações e localizar as estações.
    World Bike – Grátis – Android
    Com foco nos services de aluguel de bicicletas compartilhadas, o aplicativo cobre dezenas de cidades principalmente da Europa, incluindo o famoso serviço parisiense Vélib.
    Cycle Hire Widget – Android – R$ 5,49
    Com foco nas bikes de aluguel, é o mais popular e bem classificado no segmento de bikes públicas em Londres. Informa em tempo real a disponibilidade de bicicletas nas estações em 35 cidades mundo afora, inclusive Rio de Janeiro.
    Spokes NYC – Para Iphone – Grátis
    Auxilia a traçar o trajeto mais seguro a ser percorrido de bicicleta no trânsito maluco da maior cidade dos EUA dando preferência a ciclovias, parques municipais e ruas secundárias. Também sugere roteiros e pontos turísticos, localiza bike shops e bicicletários e tem ainda a função de relatar ocorrências de roubos e furtos de bikes.
    jogos
    Ainda faz falta um bom videogame para smartpone que atraia a atenção dos ciclistas.
    Mountain Bike Mayhem – Android – Grátis
    É um game bem simples, de gráficos bem modestos, mas dá para matar o tempo pilotando uma mountain bike num terreno bem desafiador.
    Cogmon Bike – iOS – US$ 9,99
    Feito em parceria com o fabricante do rolo de treino Minoura, o Cogmon Bike é um game que simula uma corrida de bike, seja no velódromo, circuito urbano, contrarrelógio individual ou na estrada. O gráfico é de primeira e o programa fornece e armazena os dados de velocidade, cadência de pedalada (precisa do sensor da Wahoo Bike) e batimento cardíaco.
    diversos

    iLoseWeight – iOS e Android – US$ 2
    Esse aplicativo ajuda no controle da perda (ou ganho) de peso. Ele é útil para registrar os dados corporais como peso, proporção corporal entre gordura, músculos e água, medida da circunferência de várias partes do corpo, além de dados coletados em exame laboratoriais como triglicérides, colesterol etc.
    O atrativo está em poder apostar com outro amigo quem perde mais peso em determinado período. Tem versões para iPhone e iPod.
    UCI – iOS – Grátis
    Traz diretamente do site oficial da UCI notícias, fotos, vídeos e transmissão ao vivo dos principais eventos de todas as modalidades do ciclismo.

    terça-feira, 11 de março de 2014

    Bicicletas na segunda guerra mundial

    Tropas ciclistas

    Primórdios


    Corpo de ciclistas do Exército dos Estados Unidos em 1897.Foram realizadas numerosas experiências para determinar o possível uso militar das bicicletas. As bicicletas acabaram por desempenhar parcialmente as funções dos cavalos na guerra. Unidades ciclistas foram organizadas no Reino Unido, essencialmente no âmbito das tropas de 2ª linha, mas não nas forças regulares. Na França foram criadas várias unidades experimentais, a maioria equipadas com bicicletas dobráveis.
    Nos Estados Unidos, a mais extensa experiência com unidades ciclistas foi levada a cabo pelo tenente Moss do Exército dos Estados Unidos. Usando uma variedade de modelos de bicicletas, o tenente Moss e as suas tropas levaram a cabo longas jornadas, percorrendo de 800 a 1600 km de uma vez. No final do século XIX, o Exército dos Estados Unidos testou a capacidade da bicicleta para ser empregue no transporte de tropas a corta-mato.


    O primeiro uso conhecido da bicicleta em combate ocorreu na África do Sul em1895. Durante a Segunda Guerra dos Boers, ciclistas militares foram usados essencialmente como exploradores e estafetas. Vários raids foram conduzidos por tropas de infantaria montadas em bicicletas de ambos os contendores. Foi organizada uma unidade equipada com bicicletas especiais adaptadas aos carris de ferro, utilizada no patrulhamento das ferrovias.

    Tropas de ciclistas da SS alemã durante a segunda guerra guerra mundial



    Primeira e Segunda Guerras Mundiais

     Durante a Primeira Guerra Mundial, tropas ciclistas de infantaria, de reconhecimento, de transmissões e sanitárias foram usadas extensivamente por todos os contendores. A Itália equipou com bicicletas as suas unidades bersaglieri de infantaria ligeira.
    Ao começar a guerra, cada batalhão de Jägers (caçadores)do Exército Alemão incluía uma companhia de ciclistas (Radfahr-Kompanie). Durante a guerra os alemães mobilizaram cerca de 80 companhias adicionais, algumas das quais foram agrupadas em oito batalhões de ciclistas (Radfahr-Bataillonen). No final da guerra o Exército Alemão realizou um estudo sobre o uso de bicicletas e publicou os seus resultados num relatório intitulado Die Radfahrertruppe (As Tropas Ciclistas).
    Em1937, durante a suas operações na China, o Exército Japonês empregou mais de 50.000 tropas ciclistas. No início da Segunda Guerra Mundial ,as campanhas japonesas através da Malásia que levaram à tomada de Singapura em 1941 foram largamente dependentes de tropas montadas em bicicletas. Em ambas as ações as bicicletas permitiram um discreto e flexível transporte de milhares de tropas que puderam assim confundir e surpreender os defensores. As bicicletas também exigiam pouco esforço da máquina de guerra japonesa, não necessitando de caminhões nem de navios para as transportar, nem do precioso petróleo para as mover.
    O Exército Finlandês fez uso extenso de bicicletas durante a Guerra do Inverno. Durante as épocas mais quentes, as tropas de esquis passaram a utilizar bicicletas. O uso aliado de bicicletas durante a Segunda Guerra Mundial foi limitado mas incluiu o fornecimento de bicicletas dobráveis a pára-quedistas e a estafetas, operando atrás das linhas inimigas. O bem sucedido raid britânico à estação de radar alemã de Saint Bruneval na França, em 1942 foi conduzido por tropas aerotransportadas equipadas com bicicletas dobráveis.

    Tropa de ciclistas do exército dos Estados Unidos em 1897



    Guerra não convencional

    Apesar de terem visto um uso intenso na Primeira Guerra Mundial, as bicicletas forma largamente substituídas pelo transporte motorizado nos exércitos mais modernos. No entanto, nas últimas décadas, a bicicleta ganhou uma nova vida como a "arma do povo" nas guerras de guerrilha. Neste tipo de conflitos, a capacidade da bicicleta para transportar cargas de até cerca de 180 kg à velocidade de uma pessoa a pé torna-a bastante útil para as forças ligeiras. Durante bastante tempo a guerrilha Viet Conge o Exército Norte Vietnamita usaram bicicletas para transportar abastecimentos através da Rota Ho Chi Min, evitando os bombardeamentos das forças dos Estados Unidos. Pesadamente carregadas com suprimentos como sacos de arroz, estas bicicletas eram bastante confiáveis.

    Bersaglieri italiano carregando bicicleta dobrável durante a Primeira Guerra Mundial.


    Século XXI

      As bicicletas continuam atualmente em uso militar como uma alternativa fácil para o transporte através de longas linhas de comunicação. O uso de bicicletas como ferramenta de transporte de infantaria continuou até ao século XXI num moderno exército, o suíço, que manteve o seu Regimento de Ciclistas até 2001.
    As forças especiais dos Estados Unidos têm usado bicicletas nas suas operações no Afeganistão contra os Talibãs. Também o Exército de Libertação dos Tigres Tamil faz uso da movimentação por bicicleta nos combates no Sri Lanka.

    Pelotão de ciclistas dos Tigres Tâmeis no Sri Lanka em 2004.

    Matéria publicada no blog:

    domingo, 9 de março de 2014

    Avaliação do Asics Gel Nimbus 15

    Há tempos estava querendo usar o Asics Gel Nimbus 15, não sei se era pela sua beleza ou pelas várias opiniões positivas que li, e aproveitei o LiquidaTudo com descontos de até 70% no site da Passarela.com e comprei o tão desejado Gel Nimbus 15!
    A seguir minha avaliação, onde listo as tecnologias e minhas impressões:



    Primeiras impressões
    No primeiro contato com o Asics Gel Nimbus 15 pude perceber que se tratava de um tênis extremamente confortável com um design espetacular, o desenho na lateral do tênis com cores contrastantes deixou o modelo super estiloso. 
    Tecnologias
    O Asics Gel Nimbus 15 conta com a tecnologia, Personal Heel Fit  (Espuma interna de maior densidade e com excelente memória, para ajuste personalizado do calcanhar),e com Plus 3 (suporte de 3mm no calcanhar, para aliviar a pressão),possui também o selo de aprovação da Associação Americana dos Ortopedistas.

    Conta com Space Trusstic System, placa de antitorção no solado, reduzindo o peso e oferecendo estabilidade.
    Possui GEL em locais estratégicos para absorção de impactos.

    Vem em Mesh no cabeçal, contando com sistemas que propiciam ajuste personalizado no calcanhar, além de maior ventilação dos pés e conforto, o modelo conta também com palmilha de grande amortecimento, além de entressola especial para redução de impactos e também melhor desempenho. 

    Minha avaliação

    Gostei muito do Gel Nimbus 15, ele é excelente para corridas de grande performance, e um dos diferenciais da marca, que no meu caso é essencial, é a parte da frente mais larga. Os dedos não ficam espremidos, dando um ajuste perfeito no pé.  A flexibilidade do Asics Gel Nimbus 15 é um ponto a ser destacado.
    Fiz treinos na esteira, no asfalto, em estrada de terra e além de um treino forte de subida e descida, totalizando cerca de 70 quilômetros. Em todos os treinos senti muito conforto e estabilidade, o que é um diferencial a ser destacado.

    Segundo a Asics, o Gel Nimbus 15 pode ser usado por diferentes tipos de corredores, que procuram conforto e ótimo desempenho.
    Especificações Técnicas
    Nome:  Tênis Asics Gel Nimbus 15
    Indicado para: Corrida
    Tecnologia: Personal Heel Fit, Plus 3, Comforndy Sockliner, Guidance System, SpEVA, Space Trusstic System.
    Pisada: Neutra e Supinada
    Peso: 849 g (o peso do calçado varia de acordo com a numeração.)
    Preço Sugerido: R$599,99

    Onde Comprar:   www.passarela.com


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